Durante muito tempo, eu acreditava que precisava de mais clareza.
Então eu analisava mais.
Buscava mais informações.
Revia minhas decisões.
Criava novos cenários.
Tentava encontrar uma certeza que finalmente me autorizasse a agir.
Mas quanto mais eu pensava, mais motivos encontrava para invalidar minhas próprias decisões.
Projetos eram adiados.
Oportunidades passavam.
Relacionamentos não evoluíam.
A energia era consumida antes mesmo do primeiro movimento.
Eu chamava aquilo de prudência enquanto as coisas simplesmente não aconteciam.
Não percebia que havia um padrão escondido dentro da minha forma de pensar.
A virada aconteceu quando parei de perguntar:
“Qual é a decisão certa?”
E comecei a perguntar:
“O que eu ainda não estou enxergando que me faz voltar sempre ao mesmo lugar?”
Foi desse processo que levei anos para percorrer, que nasceu o Detector de Pontos Cegos™.
Não como uma IA criada para distribuir respostas rápidas.
Mas como uma experiência estruturada para investigar uma situação até que exista clareza suficiente para olhar o problema de outro ângulo e não levar tanto tempo quanto eu levei para enxergar o que me levaria para o próximo nível.